sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Ato contra o emissário do COMPERJ



Professor Saraiva (esq.) e Diogo Reis
 
 
 
 
        Cerca de 300 pessoas compareceram ao evento promovido pelo candidato a vereador Diogo Reis 50.333 contra a instalação do Emissário do COMPERJ em Itaipuaçu. Estavam presetes o candidato a prefeito Professor Saraiva, os candidatos a vereador Silvinho de Inoã, Professor Andre, Ademirfá, Ana Célia e o Representante do Psol em São Gonçalo Professor Edson Amaro.









              Professor Saraiva (ao fundo) André Luiz     Professor Saraiva (ao fundo) Edson Amaro
                                              e Diogo Reis                                                  e Diogo Reis
            


  

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Ato contra o emissário do COMPERJ





     Vamos cuidar do que é nosso Maricaenses, obrigação da PETROBRAS é tratar todos os poluentes que produz (como em seu projeto inicial), mas talvez não fique viável economicamente, melhor compensar a cidade e despejar residos em nossos mares.

   Não podemos deixar isso acontecer, o PSOL de Maricá e totalmente contrário ao emissário, principalmente em nossas praias e muito menos com despejos em distâncias mínimas da orla.

é amanhã, iniciativa: Diogo Reis (suas propostas em: http://goo.gl/TPYod)




terça-feira, 11 de setembro de 2012

Entrevista do prof. Saraiva para o jornal "A Tribuna"





A TRIBUNA – O que motivou o senhor a concorrer ao cargo de prefeito em Maricá?

PROFESSOR SARAIVA – "A nossa filosofia de ação diverge do tradicional. E nós precisamos de um novo paradigma de administração pública, com os seguintes pressupostos: gestão administrativa e financeira eficaz, orientação política direcionada para o interesse da sociedade, pautada na ética, na dignidade, na decência e na moralidade, com justiça social e participação cidadã. Nós temos preocupação com cada centavo que a administração pública arrecada. Vamos ter uma vigilância permanente para evitar a corrupção e vamos querer a participação das entidades organizadas, para evitar uma coisa que a gente observa muito em Maricá. Os vereadores não se entendem como representantes da sociedade e sim como substitutos e se a gente não tiver entidades organizadas que dêem um respaldo junto à sociedade para se ter uma administração ética, pois se envolvem grandes interesses, você vai padecer das negociatas que eles vão te propor. E vamos governar das ruas. Não vamos aceitar nenhuma atitute da Câmara que desvie a gestão da sua ativitade ou da própria gestão legislativa. Isso ocorre porque os interesses são convergentes e essa é a minha preocupação com recurso público é fundamental e isso se combate no dia a dia, com o respaldo ancorado nas entidades organizadas da sociedade civil. Além disso, irei governar a cidade sem vencimentos."


AT – O senhor irá abdicar do salário de prefeito, caso eleito?

PS – "Exatamente. Sou professor da Uerj, tenho vencimentos e um fundo de previdência. Não preciso do salário de prefeito. Firmei um compromisso em cartório no último dia 31 de agosto, no 1º Serviço Notorial de Maricá, onde assumi compromisso público em caso de eleição, de abdicar do salário que eu faria jus. Isso autoriza qualquer cidadão a pedir minha cassação, caso em receba qualquer centavo do município." 



AT – A cidade cresceu muito . Nos últimos dois anos, um aumento de 5,6% da população. Nos últimos dez anos, dobrou a população. A cidade se preparou para esse crescimento?

PS "Maricá não está preparada com o que tem. Tem a perspectiva de crescimento ainda maior com o surgimento do Complexo Petroquímico de Itaboraí (Comperj). Temos que tratar de diversos assuntos. Primeiro, esse ordenamento, que passa pelo saneamento básico, pela educação, saúde, mobilidade urbana, tratamento dos resíduos sólidos. Temos um desenvolvimento desordenado e pretendo reorganizara cidade para colocá-la no eixo do crescimento."
 

AT – Uma das reivindicações da população é a criação de um batalhão independente da Polícia Militar, que recebe ajuda do 12º BPM, de Niterói. Como anda a segurança pública de Maricá? O que fazer para melhorar?

PS – "O batalhão seria uma necessidade, mas a quantidade de moradores da cidade, abaixo de 200 mil habitantes, é uma dificuldade para se trazer, pois é o mínimo necessário para se instalar um batalhão. Mas nós temos uns locais de acesso ao município e poderiámos instalar pórticos de segurança nas entradas principais da cidade. E tem a necessidade de aumentar o contigente de policiais na cidade, dado seu crescimento populacional e sua extensão demográfica. Quando eu fui para Maricá, foi por dois motivos: a violência e o trânsito do Rio. Hoje a cidade está tendo os mesmos problemas. A cidade está inserida na rota do tráfico, principalmente com a migração dos bandidos que estão saindo do Rio por causa das Unidades de Polícia Pacificadoras (UPP). Então, temos de estar preparados e colocar em prática nossos planos de segurança, para deixar os moradores mais seguros."
 

AT – Um dos principais problemas de Maricá está na saúde pública. Há somente um hospital e poucos postos em atividade. O que fazer para reestruturar a saúde do município?
 
PS – "A saúde é a desgraça das desgraças dessa administração. A gente tem o projeto de criação de um hospital de excelência. Temos projetos para também remodelar e equipar o hospital, ter os postos de saúde funcionando até 22 horas, salvo locais de maior demanda que sabemos da necessidade de ficar 24 horas, como Itaipuaçu. Também temos como fundamental o Programa Médico de Família e o atendimento médico e hospitalar nas escolas, com equipes volantes de médicos, dentistas e enfermeiras, pois a prevenção sai muito mais barato que tratar das doenças já diagnosticadas. E para isso teremos de solucionar o problema do saneamento básico, que ajudaria também na prevenção de doenças. Uma coisa puxa a outra. Pretendemos também construir um laboratório municipal e uma unidade de radiologia clínica. Outra preocupação sanitária são os animais de rua. Temos uma quantidade enorme de cães atropelados, principalmente na Rodovia Amaral Peixoto. Tivemos uma conversa com um casal que realiza trabalhos específicos com animais abandonados e a gente quer incorporar esse trabalho dentro de nossa gestão. Vamos ajudar na castração, recolhimento, projetos de adoção de cães e gatos. E isso interfere também na saúde pública, pois há doenças causada por animais, pequenas zoonoses, e esse trabalho também entra na prevenção de doenças. Outra questão é a saúde do idoso. Vamos oferecer aos idosos atividades que potencializem suas capacidades físicas e intelectuais. Vamos criar um espaço, longe de ser em céu aberto, pois não adianta fazer exercícios e respirar monóxido de carbono."
 
 
AT – Outra deficiência da cidade é a cultura. Não há cinema ou teatro e há poucas manifestações culturais. O que o senhor pretende fazer para revitalizar a cultura de Maricá?
 
PS – "O pouco que Maricá tinha acabou. Já teve cinema, já teve atividades de artes plásticas, escolas de samba. Além das atividades que desejamos desenvolver nas escolas, desejo criar oficinas de teatro, feira do livro, festivais de poesias, de contos. Incentivar o que já está acontecendo, que é uma marca da cidade, que é o festival de voz e violão. Estimular e apoiar o evento Espraiado de Portas Abertas, que ocorre trimestralmente. Apoiar o artesanato e dar uma identidade para cidade e para isso é fundamental que a atividade cultural ande junto com a cidade. Paraty tem festivais, outras cidades menores também e temos totais condições de fazer algo pela cidade. E como mencionei sobre a saúde, o centro que pretendemos criar para os idosos, não irá agregar somente a prática de exercícios físicos. Atividades culturais serão desenvolvidas."


AT – As Olimpíadas estão chegando e muitas cidades estão começando a desenvolver projetos sócio-esportivos, com a finalidade de produzir atletas, de formar cidadãos. Quais os projetos o senhor deseja fazer para a prática desportiva de Maricá?
 
PS – "O esporte, na nossa concepção, assim como a cultura, faz parte do nosso conceito de cidadania. Temos de incentivar e até subsidiar a criação de centros de treinamento para esportes coletivos e para atividades de atletismo. E é sabido que o resultado é satisfatório se for feito na base da pirâmide, quando a criança começa a desenvolver seus primeiros passos no esporte. Independente das Olimpíadas, é um projeto que desejo fazer permanente na cidade. Projetos desse porte auxilia a garotada a afastar do ócio e sabemos que o ócio é o playgrond do diado."
 

AT – A cultura e o esporte, direta ou indiretamente, pode ser atrelada à educação. Como está a educação no município e o que o senhor planeja para o setor, caso eleito?

PS – "Além do deficit de escolas que temos, há uma coisa que acho fundamental. É a relação respeitosa entre o governo e a entidade que representa os professores no município. Além disso, integrar a comunidade às atividades acadêmicas. E queremos que outras atividades sejam incorporadas, como questões que envolvem meio ambiente, cidadania. Isso incorporado, ajudará na formação do caráter do ser humano desde os primeiros anos de sua vida. Também desenvolver palestras sobre drogas e suas consequências, educação sexual, por causa da disseminação de doenças sexualmente transmissíveis. São conhecimentos que agregam. Temos de realocar mais de 10 mil alunos fora das escolas. Iremos fazer um censo para ver quanto cada escola pode absorver, para depois construirmos novas escolas e creches. E uma preocupação nossa é a qualidade da alimentação escolar. São gastos R$ 0,27 por criança. Queremos reduzir gradativamente a ação de terceirizados. Que os alimentos possam ser produzidos no município, para estimular a queda dos valores gastos com essas merendas. Vamos criar ensino integral na cidade, com café da manhã, almoço e lanche. Vamos usar um material usado nas escolas de Volta Redonda, chamada farinha multimistura, que reduziu mortalidade infantil em 80%.(N.R: em Volta Redonda, foi projeto de lei do vereador Edson Carlos Quinto e a farinha consiste em farelos, sementes, folhas e cascas de cereais, legumes e verduras). Isso seria um ótimo complemento. Além disso, aproveitaríamos para servir parte da pesca realizada na cidade."
 

AT – Maricá é uma cidade de belezas naturais, mas não tem um turismo efetivo. Como fazer a cidade entrar na rota do turismo da região dos lagos?
 
PS – "Hoje a cidade é apenas passagem. As pessoas passam pela Rodovia Amaral Peixoto direto. Eu vinculo o turismo às atividades culturais, conforme disse antes. Criando festivais, movimentos culturais, muita gente irá vir para cidade. Além disso, temos que revitalizar a orla no período noturno, onde não há muitas opções de diversão. E temos, principalmente, transformar alguns trechos do mar em praia, pois temos o mar muito violento, ondas muito fortes. Iremos colocar as pirâmides de pneus, que são recifes artificiais, que teriam possibilidade de quebrar a força das ondas e ainda aumentaria a pesca na região. Temos possibilidade de realizar turismo ecológico, com diversas áreas de belezas naturais, para a prática de caminhadas."


AT – Com todo esse crescimento habitacional, a cidade carece de transporte de melhor qualidade. O que a cidade tem de melhorar para que o cidadão possa ter melhor mobilidade?
 
PS – "A questão intermunicipal, que é do Estado, podemos pedir, intervir, para que possamos colocar novas linhas. No âmbito municipal, o problema de ação de poder público é a condição precária das nossas vias de acesso, das nossas ruas. Isso é um fator que diminui o interesse do empresário em explorar a região. Sem contar que o preço da passagem está atrelado também às condições físicas que as estradas apresentam, pelo desgaste da frota. Com a melhoria, podemos dialogar com o empresariado. E temos de incentivar o transporte alternativo. Temos distritos que o ônibus passa a cada quatro horas."


AT – Aproveitando sua citação sobre urbanização das vias de acesso, quais seus planos para saneamento e urbanização da cidade?

PS – "Eu encaro como prioritário para a cidade um plano urbanístico e de saneamento, até porque se não fizermos isso, teremos gastos duplicados no futuro. Quero fazer convênio com a Cedae (Companhia de Agua e Esgoto do Rio de Janeiro) e a Ampla, para usar parte do esgoto da cidade ser transformado em energia. A outra parte não usada, termos estações de tratamento. A parte de mobilidade não se resume só de transporte. Maricá não tem calçamento. Vamos fazer calçadas nas ruas, dar acessibilidade à cadeirantes. Em Maricá, 90% das pessoas andam pelas ruas, já que não tem calçadas. Isso eu falo só do Centro da cidade, imagina os demais distritos. A cidade tem 362 quilômetros quadrados. Se imaginarmos que talvez 1% tenha calçamento, a nossa demanda será imensa. Vamos estabelecer através com essas entidades quais as demandas e prioridades. Mas é muita coisa. Só andando por aquela cidade para sabermos às necessidades que o povo sente. Se formos analisar, tudo está agregado. Esporte, saúde, cultura necessitam de urbanismo, mobilidade, saneamento. A grande verdade é a cidade precisa, de fato, de um plano gestor para atacar cada deficiência e fazer Maricá crescer como um todo, não de forma capenga."


Fonte: Jornal A Tribuna

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Professor Saraiva presente no "ABRAÇO DA VITÓRIA EM JACONÉ"

    O candidato a prefeitura pelo PSOL mostra seu posicionamento quanto a instalação do porto em Jaconé, faz criticas ao legislativo e a forma como o governo conduz a administração do município, enaltecendo possíveis grandes empreendimentos e ofuscando os problemas atuais de nossa cidade.
 
"... não é só o executivo, o legislativo de Maricá também é um problema sérissimo ... eles dizem que o prefeito foi a Brasília, não adianta ir à Brasilia o que adianta é projeto ... só sai dinheiro através de projeto".

 
 

     O candidato comenta ainda sobre programas do governo federal que necessitam de projetos e diz que para a questão do saneamento que, segundo a entrevistadora Ana Paula Carvalho vence em 2014, já possui um que vai além e ainda gera energia para o município reduzindo possívelmente o custo da energia elétrica em 20% e evitando a emissão de dejetos no nosso sistema lagunar.

Prof. Saraiva 50 e prof. André 50500 que também esteve presente

      O professor esclarece também fatos relevantes relacionados ao COMPERJ e seu emissário:

"No projeto inicial não tinha o lançamento de resíduos no mar, depois eles devem ter chegado a algum "acordão" e saiu mais barato para eles jogar esses efluentes no mar e agente não sabe exatamente os efluentes que estão jogando, porque eles dizem que vai ter tratamento de 90% ... que seja, ainda tem os 10% e a distância do lançamento ... os empresários e acionistas buscam o retorno lucrativo do investimento ... lançar os dejetos é mais barato do que fazer o tratamento de 100%."


Inicíativa para proteção da costa do SOS Jaconé


Entrevistadora: Ana Paula Carvalho

Créditos: SOS Jaconé

domingo, 9 de setembro de 2012

Entrevista com o Candidato a Vereador Diogo Reis


     Candidato a vereador Diogo Reis (nº 50333) foi entrevistado pelo jornal Atlântico e nosso informativo de notícias do PSOL - Maricá repassa a reportagem para os interessados.


JA: Em seu programa você elaborou 50 propostas quais você destaca?
 
Diogo Reis: "Eu gostaria de destacar todas, pois acho que Maricá precisa de muito mais propostas e essas 50 são poucas, já que a cidade está um caos, não temos médicos de família apesar de haver recursos do governo federal para isso, nenhuma escola de ensino fundamental foi construída e as valas estão abertas para todo mundo ver. Destaco também a redução salarial de 20% nos salários dos Vereadores, do Prefeito e dos Secretários. Todos os meus projetos passarão por consulta pública através de audiências que farei em conjunto com as organizações da sociedade civil. Acredito que a democracia se constrói desta forma não é se "encastelando" dentro de um gabinete na Câmara Municipal, que o vereador pode resolver os problemas da cidade. Eu vou para a rua, gosto do povo, conversar com as pessoas e principalmente ouvi-las."

JA - Você falou que vai apresentar um projeto para reduzir o Salário dos Vereadores, acredita que terá apoio dos demais colegas?
 
Diogo Reis: "Certamente que não, mas como disse todos os meus projetos passarão por audiências públicas quero ouvir as pessoas primeiro. Não estou preocupado em agradar os demais colegas vereadores quero agradar o Povo."

Diogo Reis 50333
JA - Educação o que pretende fazer para esta  área?
 
Diogo Reis:      "Eu sou um grande entusiasta da Educação, estudei no CIEP de Inoã na época do Brizola e pude ver que a educação de qualidade pode mudar o futuro do indivíduo, como mudou o meu. Se hoje estudo na Universidade Federal Fluminense (UFF) é porque tive na infância a feliz experiência de estudar num CIEP, e é esse tipo de ensino em horário integra,l que irei defender para Maricá. Quero destacar também os professores, eles são o pilar central para uma Educação Transformadora. Eu serei o Representante deles na Câmara. O professor não faz oposição o professor luta para ser ouvido."

 JA- Como o seu Mandato pautará a Saúde?
 
Diogo Reis: "Para mim a Saúde é prioridade na vida das pessoas, não tem preço; portanto vou lutar pelo Médico de Família em todos os bairros, dentistas em todos os postos de saúde, remédio de graça e concurso público para todas as áreas da Saúde. É preciso também reestruturar o SAMU, com veículos novos e profissionais concursados."
 
 JA- Segurança?
 
 Diogo Reis: "É preciso aumentar o efetivo da Guarda Municipal e também melhorar as suas condições de trabalho e salário. Irei apresentar projetos para construção de uma Sede com toda a infraestrutura que nossa guarda precisa para: treinar, estudar, praticar esporte e etc. Como ocorre nos batalhões da Policia Militar. Já conversei com a Deputada Janira Rocha a respeito do aumento do efetivo do Corpo de Bombeiros e ela se colocou a disposição do nosso município."

JA-Batalhão?
 
Diogo Reis: "Não só Batalhão que temos que ter, mas uma delegacia de preferência especializada em crimes contra a mulher, crianças e adolescente. Vamos fazer um abaixo-assinado e levar para o secretário estadual de segurança. A nossa deputada nos dará toda a assistência necessária."

JA- Transporte?
 
Diogo Reis: "Nós pagamos a passagem mais cara do Estado do Rio de Janeiro vou lutar por mais linhas de ônibus em Maricá, Integração das Vans que circulam dentro do município com o Bilhete Único, Passe Livre irrestrito para todos os estudantes inclusive os da rede privada, deficientes físicos e idosos. Estarei na luta pela a conversão da linha 53 que liga o Cala-Boca ao Fórum em São Gonçalo em Linha Intermunicipal e assim afastar qualquer possibilidade dos moradores de Inoã e Spar serem impedidos de utilizar o ônibus 53."

JA- Gostaria de Fazer alguma Saudação Final?

Diogo Reis: "Sim! Quero falar a você meu amigo e minha amiga morador de Maricá, nossa cidade é a cidade mais bonita da Região dos Lagos e temos tudo para ser a melhor também. Nunca antes na História de Maricá houve tantos recursos. Só em 2011 foram 67 milhões em Royalties, mais os repasses dos Ministérios que somados chegam a R$500 milhões, sem contar com o IPTU, o ISS e o ITBI que são tributos municipais. Se toda essa fortuna fosse investida na melhoria das condições de vida dos cidadãos com certeza viveríamos numa cidade muito melhor. Agora chegou a hora de mudar chegou a hora de eleger uma Câmara de Vereadores séria, comprometida com o povo, que valoriza cada centavo do contribuinte e que não deixa aproveitadores se apropriar do dinheiro suado dos trabalhadores desse município. Não venda o seu voto. No dia 7 de outubro vote consciente! Com fé em Deus seremos mais do que vencedores. Saudações Socialistas !!!"

  
Vejam as propostas do candidato. Acessem: http://diogoreis.zip.net/


Fonte: Jornal Atlântico de Maricá

sexta-feira, 7 de setembro de 2012

Debate entre os prefeitáveis de Maricá


Foto de apresentação: Candidatos com o mediador ao centro

     Como foi divulgado através de nossas redes sociais, Foi realizado na noite desta terça-feira (4), na casa de festas Palladon, em Maricá, um grande debate entre os candidatos aspirantes ao cargo de prefeito, organizado pelo Sindicato dos Profissionais de Educação. Compareceram ao evento quase todos os candidatos, pois o atual prefeito, Quaquá, candidato do PT, apesar de anunciado, não compareceu. Estavam presentes e participaram do debate os candidatos: Marcelo Delaroli (DEM), Prof. Saraiva (PSOL), Hélcio Ângelo (PSD) e o ex-prefeito Ricardo Queiroz (PMDB). 



Bom público presente

     Um bom público assistiu ao debate que foi muito bem organizado e os candidatos, com acentuado respeito mútuo, responderam e comentaram as perguntas elaboradas pelo sindicato, por representantes de entidades de movimentos sociais e por alguns convidados, através de sorteio. No penúltimo bloco, os candidatos debateram entre si.



     O debate foi dividido em seis blocos. No primeiro, todos os candidatos teceram comentários sobre a carta compromisso lida por um membro do sindicato, logo no início. Prof. Saraiva, o primeiro a comentar, comprometeu-se em trabalhar respeitosamente com as entidades organizadas maricaenses e afirmou que o sindicato dos professores terá porta aberta da administração para todas as suas revindicações. Concluiu, lamentando a ausência do prefeito Quaquá no debate, dizendo que, mais do que um desrespeito ao Sindicato, foi um desrespeito à sociedade maricaense, em especial àquelas pessoas que compareceram ao evento. Em seguida, Hélcio Ângelo leu um discurso elaborado por sua assessoria, dizendo-se defensor da carta magna da educação. Ricardo Queiroz criticou ferrenhamente a atual gestão e, enaltecendo a si próprio, citou algumas de suas realizações na área da educação enquanto prefeito, esquecendo-se de comentar o tema do bloco que era sobre a carta compromisso. O último a falar foi o candidato Marcelo Delaroli que explanou sobre alguns tópicos de seu plano de governo na área da educação, afirmando que o mesmo será um plano participativo e declarou com firmeza que a carta compromisso do sindicato dos professores está, pelo menos, 90% em conformidade com seu plano de governo.

Ausência Foto: Pery Salgado

     No segundo bloco, os candidatos, através de sorteio, responderam e comentaram as perguntas elaboradas pelo Sindicato. A primeira pergunta, também por sorteio, foi referente às relações democráticas no interior das escolas e à escolha dos professores. Hélcio Ângelo, novamente, efetuou leitura de um texto elaborado pela sua assessoria sobre o seu projeto político pedagógico e afirmou que tratará as relações no interior das escolas com muita responsabilidade, porém não respondeu como será a escolha dos professores. Ricardo Queiroz, ao comentar a resposta do candidato do PSD, enfatizou a importância de uma maior participação da comunidade escolar e da família no processo, mas não vê com bons olhos a escolha do diretor por eleição direta, pois, segundo seu ponto de vista, essa escolha pode ser manipulada. A segunda pergunta elaborada pela direção do Sindicato referiu-se ao ataque do atual governo que retirou seis dos nove diretores licenciados e, sobre a relação deles com o Sindicato, se as injustiças cometidas pelo atual prefeito serão reparadas. O candidato do PSOL, Prof. Saraiva, defendeu eleições diretas para a escolha dos diretores e reafirmou que o seu governo apoiará qualquer entidade organizada, bem como o Sindicato dos Professores. Lembrou ainda que o atual prefeito não cumpriu os termos da carta compromisso e que com ele não há este risco, pois suas promessas são registrado em cartório (clique e saiba a importância). Marcelo Delaroli, em seu comentário, concordou com Saraiva e ratificou o seu compromisso em cumprir com os termos da carta compromisso, comprometendo-se em reparar tais injustiças.

Perguntas da população de Maricá
  As demais perguntas foram com relação às perdas salarias dos profissionais de educação ocasionados durante o governo do ex-presidente Lula e ao êxodo dos alunos nas escolas. Os candidatos continuaram, através de sorteio, se revesando nas respostas e comentários e as críticas ao atual prefeito ganharam destaque, principalmente por parte do candidato do PMDB e do candidato do PSOL. O ex-prefeito Ricardo Queiroz, apresentou números estatísticos que, em comparação com a atual administração, demonstraram superioridade. Já, o Prof. Saraiva, lembrou a todos que a ponte da Mumbuca levou dois anos para ser construída devido à obra ter andado à base de 3 cm por dia. Hélcio Ângelo procurou pelas respostas e comentários dentro do seu plano de debate, enquanto que Marcelo Delaroli preferiu dar ênfase às suas propostas e projetos para o seu governo.

Prof. Saraiva (destaque, esq.) e os outros candidatos durante o debate (dir.)

     Ao final do debate, registramos inúmeros comentários acerca do desempenho dos candidatos. Segundo a maioria das pessoas ali presentes, o destaque ficou por conta do candidato do PSOL, Prof. Saraiva, considerado o 'azarão' da disputa, que demonstrou coerência, irreverência e fácil domínio de improviso em suas respostas. Ricardo Queiroz também foi bem, mostrando, sobretudo, ser um profundo conhecedor de números estatísticos dos problemas do município. Marcelo Delaroli transmitiu otimismo e confiança, demonstrado estar preparado para assumir o cargo de prefeito. Já o candidato do PSD, Hélcio Ângelo, embora compenetrado, exibiu pequena dose de nervosismo.




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